Documentos judiciais indicam que ambos tiveram autoridade para movimentar praticamente todas as contas bancárias de Epstein e ajudaram a gerir empresas associadas ao seu esquema de abuso sexual. Foram também responsáveis por facilitar casamentos forçados de algumas vítimas estrangeiras, garantindo a sua permanência nos EUA.
Como co-executores, Indyke e Kahn aprovaram pacotes de compensação a sobreviventes, gerindo fundos e definindo condições que limitam ações legais futuras contra si. Estima-se que os dois possam receber milhões de dólares do trust, como beneficiários.
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Apesar das alegações, os advogados de ambos negam qualquer envolvimento em crimes sexuais ou conhecimento prévio das atividades ilícitas de Epstein, afirmando que atuaram estritamente em funções legais e contábeis.
Na próxima semana, ambos deverão depor perante a House Oversight Committee, que investiga a rede de Epstein, em busca de esclarecimentos sobre o papel desempenhado na vida e negócios do financista.