O vídeo mostra um pinguim-Adélie solitário a afastar-se da sua colónia e marchar numa vastidão gelada em direcção às montanhas da Antárctida. Originalmente parte do documentário Encounters at the End of the World, de Werner Herzog, o clip ressurgiu em janeiro de 2026 e rapidamente se popularizou com o apelido de “Nihilist Penguin”.
Nas plataformas como TikTok, Instagram e Reddit, utilizadores começaram a partilhar o excerto com legendas que o associam a sentimentos de exaustão, isolação e vontade de escapar às pressões da vida moderna, motivando uma onda de memes que variam entre humor seco e reflexão existencial.
O fenómeno — que alguns comentadores descrevem como uma metáfora involuntária para o burnout e o cansaço social — ganhou ainda mais visibilidade quando anedoticamente circulou em publicações de grande alcance, incluindo versões manipuladas com temas políticos e culturais.
Especialistas em tendências digitais apontam que a popularidade do “Nihilist Penguin” não se deve apenas à sua estranheza visual, mas à maneira como ressoa com sentimentos colectivos de frustração e procura de significado, num mundo com sobrecarga informativa e ritmo acelerado.

