Surgiu anunciada como uma alegada inovação tecnológica que prometia transparência total entre casais e logo provocou acesos debates nas redes sociais, mas afinal nunca existiu. A página que divulgava o chamado “RelationChip”, apresentado como um dispositivo capaz de permitir acesso permanente à localização, palavras-passe e contactos do parceiro, fazia parte de uma ação de sensibilização promovida pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), divulgou a associação nesta quinta-feira, 12 de fevereiro.
O falso dispositivo foi promovido nas redes sociais nos últimos dias e rapidamente gerou debate aceso. Muitos utilizadores manifestaram indignação perante a ideia de um implante subcutâneo que permitiria acompanhar todos os movimentos da pessoa com quem se mantém uma relação, questionando até que ponto esse nível de vigilância poderia ser considerado aceitável ou sequer legal.
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