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“O que é barato sai caro.” Ordem dos Engenheiros defende “vantagens” de enterrar linhas elétricas

A ministra do Ambiente já defendeu publicamente que as linhas elétricas deveriam ser enterradas, como forma de reforçar a resiliência da rede. A discussão voltou para cima da mesa numa altura em que cerca de 120 mil clientes da E-Redes continuam sem eletricidade, dias depois da passagem da tempestade Kristin, que causou elevados prejuízos em várias regiões do país. Ainda que longe de ser consensual, a Ordem dos Engenheiros não tem dúvidas de que, "em termos de vantagens, é manifestamente superior" ter infraestruturas enterradas.

Nas regiões mais afetadas pela tempestade Kristin, a Ordem dos Engenheiros criou uma bolsa de profissionais voluntários para apoiar a reconstrução, avaliação de danos e peritagens técnicas. Estão disponíveis cerca de 200 engenheiros, de várias especialidades, para prestar apoio gratuito à população.

“Um cidadão pode precisar de aconselhamento, por exemplo, porque caiu uma chaminé numa varanda e é necessário perceber como deve repor a estrutura, em que condições de segurança e se a varanda foi afetada. Esse apoio é prestado de forma graciosa pelo engenheiro voluntário. A Ordem assume todos os custos associados, como deslocações ou aquisição de equipamento necessário à avaliação”, explicou Fernando Almeida Santos.

Para aceder a este apoio, os cidadãos devem consultar o site da Ordem dos Engenheiros ou contactar a estrutura de missão que está a coordenar a reconstrução das zonas afetadas.

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