Como vê este início de Arbeloa no Real Madrid, depois de dizer que ficava surpreendido por ver treinadores sem história chegarem a grandes clubes? “Perguntaram-me se era uma surpresa o Spaletti estar a treinar a Juve, a minha resposta era muito objetiva, se tinha condições para treinar a Juventus. A resposta é, em defesa de Spaletti, ‘não me surpreende’. O que me surpreende é quando um treinador sem história treina um grande clube, é uma reflexão normal. Em 2000, um gigante chamado Benfica chamou um treinador que não treinara ninguém, ele respondeu ‘não vou, porque não quero ser assistente’. Foi a minha primeira grande surpresa de um jovem que não treinara ninguém e foi treinar um gigante. Aos italianos calhou bem para falar de Chivu, a vocês [espanhóis] para falar de Arbeloa, mas há um problema, os dois são os meus meninos, são ex-jogadores meus, como ex-jogadores especiais. Falando de Álvaro, é dos jogadores do ponto de vista humano, relação pessoal e empatia, é dos meus jogadores favoritos de todos, não foi objetivamente o melhor, mas é seguramente um dos melhores homens que jogou comigo no Real Madrid. Era o último que podia pressionar. Ao Álvaro só espero que tudo corra bem, que possa ter uma carreira fantástica como treinador.”
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