André Ventura arrancou o debate com um agradecimento por os potenciais eleitores o colocarem, de acordo com as sondagens, como um dos mais prováveis candidatos a Belém a passar para uma segunda volta – ainda que, nesse cenário, seja derrotado por qualquer um dos seus adversários – apesar de ter o discurso que quer ter durante estas eleições.
Tendo em conta esta probabilidade, o líder do Chega lembrou: “Eu vou estar [esta terça-feira, 16 de dezembro] em tribunal, mais uma vez, por causa dos ciganos, por causa das minorias, que não me querem deixar ter o discurso que eu quero ter nas presidenciais.”
O líder do Chega, confrontado com o chumbo que o Tribunal Constitucional deu à lei da nacionalidade esta segunda-feira, 15 de dezembro, garantiu que está na corrida a Belém, “que são duas eleições”, afirmou, referindo-se à primeira e à segunda volta, “para mostrar às pessoas que é preciso mudar o sistema político, que é preciso dar um murro na mesa por tudo o que está a acontecer. E hoje tivemos mais uma prova disto com a lei da nacionalidade”, garantiu.
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