Embora o Governo do presidente norte-americano, Donald Trump, tenha ordenado às suas Forças Armadas o bombardeamento de embarcações no mar das Caraíbas e no oceano Pacífico, no âmbito de uma campanha de combate ao tráfico de droga, Maduro considera a sua presença “uma ameaça” à sua destituição, pelo que ordenou que os membros da Força Aérea estejam “em alerta e prontos”.
“Peço-vos que se mantenham sempre imperturbáveis na vossa compostura, alerta, prontos e dispostos a defender os nossos direitos como nação, como pátria livre e soberana, e sei que nunca abandonarão a Venezuela, sei que a Venezuela conta convosco”, declarou Maduro, envergando uma farda verde-oliva e um boné vermelho.
Por isso, assegurou que, se a história exigir que o país sul-americano se declare “uma república em armas”, terá “um só destino: a vitória”.
Numa cerimónia para assinalar o 105.º aniversário da Aviação Militar Bolivariana, transmitida pelo canal estatal Venezonala de Televisión (VTV), Maduro afirmou que, nas últimas 17 semanas, forças estrangeiras, que classificou como “imperialistas”, têm “ameaçado continuamente perturbar a paz” nas Caraíbas, na Venezuela e no resto da América do Sul “sob pretextos falsos e extravagantes”.
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