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Com o preço dos quartos a continuar a subir, os inquilinos procuram soluções fora da caixa e a valores mais convidativos, como pousadas da juventude, seminários, conventos e residências da Igreja Católica, ou, em último caso, o mercado informal. São as alternativas a um mercado que exige, em média, metade do salário mínimo nacional para arrendar um quarto no Porto.
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