A reunião decorre até sexta-feira e é uma iniciativa do Presidente da República de Angola e da União Africana, João Lourenço.
O financiamento de infra-estruturas em África é uma prioridade para o continente.
Estima-se a existência de uma lacuna anual significativa, com necessidades que ultrapassam os 100 mil milhões de dólares anuais e um total estimado de 1,3 bilião até 2040.
Instituições como a África50 e a Africa Finance Corporation (AFC) têm se mostrado cruciais para impulsionar este financiamento, ao mesmo tempo que a União Africana e os países africanos procuram parcerias com instituições internacionais.
O país, recentemente indicado como parceiro exemplar neste domínio, foi o Japão, com o qual se avança para a criação de novos modelos de financiamento, mais justo e inclusivo.
Este é de resto dos temas a debater na Cimeira sobre Financiamento de Infra-estruturas em África, prevista para os dias 28-31 de Outubro, em Luanda.
Na visão de vários especialistas, esta aposta de Angola, durante a liderança rotativa da União Africana, é de todo importante que tenha seguimento no quadro da Agenda África 2063, porquanto o continente precisa de infra-estruturas urgentes. Recentemente, o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), promotor da iniciativa África50, e também o Banco Africano de Exportação e Importação (AFREXIMBANK) assumiram maior engajamento na tarefa de mobilização de recursos para financiar o desenvolvimento de infra-estruturas.
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