A paciente de 68 anos que foi alvo da cirurgia padece de insuficiência cardíaca terminal. Este dispositivo, que apresenta baixa hemólise e alta durabilidade, foi “implantado através de uma cirurgia complexa que estabeleceu uma circulação paralela entre o coração natural e o artificial”, o que permite uma “recuperação satisfatória com restauro da mobilidade e melhoria significativa da qualidade de vida”, de acordo com um comunicado dos Serviços de Saúde.
A mesma nota sublinha que este marco “representa um avanço histórico na cirurgia cardíaca de Macau”, oferecendo uma alternativa efetiva ao transplante cardíaco para doentes terminais não responsivos a medicação.
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