De acordo com diversas fontes médicas, pelo menos nove pessoas morreram, entre as quais três crianças, e várias ficaram feridas, na sequência de bombardeamentos por parte do exército israelita em território palestiniano durante a madrugada.
A mesma informação foi avançada pela Defesa Civil, que denunciou dezenas de ataques aéreos e disparos de artilharia israelitas na cidade de Gaza, apesar do apelo do Presidente norte-americano Donald Trump para que Israel cessasse “imediatamente” os bombardeamentos.
Os ataques aconteceram após o movimento islamita palestiniano Hamas ter anunciado que está disposto a libertar todos os reféns, de acordo com o plano do Presidente norte-americano, e ter pedido o início de “negociações imediatas através dos mediadores” para discutir os detalhes.
À luz da resposta do Hamas, o Governo de Israel anunciou que se prepara para implementar “de forma imediata” em Gaza o plano de paz, tendo sido secundado pelo chefe de Estado Maior de Israel, Eyal Zamir, que ordenou “avançar na preparação para a implementação da primeira fase do plano Trump para a libertação dos reféns”.
Horas depois da resposta do Hamas, o Presidente norte-americano afirmou que Israel deve “interromper imediatamente” os ataques contra a Faixa de Gaza, dizendo que os militantes do Hamas “estão prontos para uma paz duradoura”.
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