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Num país onde metade dos trabalhadores recebe entre 800 e 1000 euros, a aversão ao risco é notória e a falta de dinheiro também não ajuda. A maioria dos inquiridos não investe (61%), sendo que a falta de poupanças (37%) é a justificação mais apontada, seguindo-se a opção de poupar sem investir (27%). No grupo dos que se aventuram, os produtos com capital garantido são os mais escolhidos, sobretudo os depósitos a prazo (49%), seguindo-se os Planos Poupança Reforma (PRR) (38%) e os certificados de aforro ou do tesouro (35%).
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