“A possibilidade mais provável é, de fato essa, a de latrocínio”, diz o advogado Ivan Filler Calmanovici, um dos mais próximos amigos de Pacheco e que está acompanhando as investigações de perto. Uma autoridade policial afirmou à coluna que o caso não está fechado, mas deve caminhar para esse desfecho. Provas ainda estariam sendo coletadas.
A Polícia ainda está fazendo, por exemplo, exames toxicológicos, um procedimento que é praxe quando há morte. De acordo com outras pessoas familiarizadas com as investigações, imagens de câmeras do bairro de Higienópolis mostram Pacheco saindo de um bar no começo da madrugada da quarta (1º) e caminhando pelas ruas em direção à sua casa.
No caminho, ele para perto da esquina da rua Itambé com a rua Maranhão, nas cercanias da Universidade Presbiteriana Mackenzie. As cenas mostram que Pacheco estava perto de um poste quando quatro pessoas passam por ele. Duas seguem caminhando, e outras duas, um homem e uma mulher aparentemente jovens, voltam para abordá-lo.
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