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Todos os hospitais portugueses passam a poder internar doentes em casa

A hospitalização domiciliária é uma alternativa ao internamento no hospital e garante que o doente tem, em casa, cuidados idênticos. Não serve para todos os casos, mas será agora possível, em todos os hospitais públicos, ter equipas médicas que vão a casa do doente

Começou há quase uma década no Hospital Garcia de Orta, em Almada, demonstrou resultados positivos, tanto na satisfação dos doentes, como na eficiência económica e clínica. Desde então, o modelo tem vindo a ser progressivamente alargado, já cobre todo o país e, de acordo com um diploma agora publicado em Diário da República, chega a todos os hospitais públicos.

O que é necessário para aceder à hospitalização domiciliária?

Este tipo de internamento não é indicado para todos os doentes. Para que alguém possa ser tratado em casa, é necessário que existam condições de segurança clínica, instalações físicas adequadas e apoio familiar ou de cuidadores formais. Quando estes critérios são cumpridos, o doente passa a receber visitas diárias ou mais frequentes de uma equipa clínica multidisciplinar, que pode incluir, além de médicos e enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais e outros profissionais, consoante as necessidades individuais.

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