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Coração nas mãos e fé nos bombeiros no dia com mais fogos este ano

O fogo não conhece limites, ignora fronteiras, galga rios e queima o que fica no caminho. Em mais um filme negro tantas vezes visto em Portugal, na terça-feira, 132 de fogos, o registo mais elevado do ano, deram trabalho a milhares de bombeiros durante todo o dia. Segundo dados da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), chegaram a estar no terreno 4024 operacionais, apoiados por mais de 1200 viaturas e 40 meios aéreos.

O fogo que deflagrou anteontem em Arouca galgou o rio Paiva e atravessou a fronteira concelhia para Castelo de Paiva, deixando várias localidades em perigo, habitações em risco e corações em mãos trémulas. Ao fim da tarde, segundo o presidente da autarquia paivense, o incêndio estava fora de controlo, com várias frentes ativas. “Temos tido alguns reacendimentos, o que vai criando novas frentes e dificulta a acção dos Bombeiros”, explicou José Rocha.

Palavras de apreensão confirmadas pelo comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre. “O fogo de Arouca é o mais preocupante”, disse, numa comunicação ao país, às 19 horas. “O vento empurra as chamas para as localidades de Arouca e Castelo de Paiva”, acrescentou. Nespereira também não estava fora de perigo.

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