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Há um “genocídio deliberado e intencional” em Gaza, diz o novo diretor da Amnistia Internacional Portugal

João Godinho Martins desafia os governos europeus a reconhecê-lo, "nomeadamente Portugal". Vai dizê-lo a Paulo Rangel. Na primeira grande entrevista, à TSF, o novo responsável pela Amnistia Internacional em Portugal fala também da Arábia Saudita, Irão, Angola e Moçambique, Rússia e Ucrânia

Peguemos em alguns dos relatórios que a Amnistia foi divulgando nos últimos tempos. O mais recente é sobre o país onde vive o Cristiano Ronaldo, a Arábia Saudita. Há uma escalada alarmante de execuções na Arábia Saudita, incluindo cidadãos estrangeiros e de menores condenados por crimes relacionados com drogas. Este relatório foi divulgado esta segunda-feira. Qual é o apelo que a Amnistia Internacional faz neste caso? Qual é a dimensão do problema?

A Amnistia identifica ou identificou um disparidade também entre o que são as penas para nacionais e as penas para imigrantes. Depois, há a questão do tipo de crimes que é cometido e o tipo de crimes que dá direito a determinadas sentenças e, em terceiro lugar, obviamente, o que a Amnistia pede ou tem pedido e exercido pressão é sobre o final da pena de morte. Estamos a falar do direito à vida. É um direito que consideramos absoluto e que em nada em nada resolve os possíveis problemas que a Arábia Saudita possa ter. Embora nos pareça a nós que não tem nenhum, porque entre entre mundiais e corridas de Fórmula 1, todos nós gostamos de olhar para a Arábia Saudita.

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