“Em relação às notícias em circulação na comunicação social, tenho a dizer que, sim, fui notificado pela PSP e estou em liberdade, porque se trata de uma infração de natureza menor, sem qualquer ligação a crimes de violência ou agressão a um militar da GNR, como estão a insinuar”. Em comunicado emitido hoje, 7 de julho, o conhecido rapper desmente que o mandado de detenção emitido pelo tribunal de Cascais, a que a PSP de Torres Vedras deu cumprimento na madrugada de sábado, 5 de julho, tenha a ver com um crime violento, nomeadamente um caso que remonta a 2015 – a agressão a militar da GNR com uma barra de ferro -, de resto já transitado em julgado.
Considerando tratar-se de uma notícia “especulativa, difamatória e que não corresponde de todo à verdade”, o músico garante que a única coisa que tem em comum com o caso noticiado “é que se passou em 2015 no bairro onde eu cresci e sempre representei de forma pública. (Bairro da Cruz Vermelha)”.
A detenção do rapper João Colaço, de 40 anos, conhecido por Plutónio, ocorreu à 1:05h da madrugada de 5 de julho, em Torres Vedras, imediatamente após um concerto do músico naquela localidade. A PSP local dava assim cumprimento a um mandado de detenção emitido pelo Juízo local criminal de Cascais, que determinava que o rapper fosse constituido arguido e sujeito a Termo de Identidade e Residência, a mais branda do leque das medidas de coação. Pouco depois, Plutónio deixava a esquadra.
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