Pouco depois da sua eleição, a Conferência Episcopal Peruana destacou, numa conferência de imprensa, que o sucessor de Francisco “abriu caminho” para a defesa de vítimas de agressões no Peru. Porém, as ONGs Rede de Sobreviventes de Abuso Sexual por Sacerdotes (SNAP, na sigla em inglês) e Bishop Accountability emitiram comunicados nos quais questionam o compromisso do segundo Papa das Américas com a quebra do regime de sigilo. “O papa Leão XIV transformará a luta contra abusos e encobrimentos em prioridade?”, questiona Anne Barrett Doyle, codiretora da Bishop Accountability.
As preocupações remontam ao período em que o primeiro pontífice agostiniano era bispo de Chiclayo, no norte do Peru, entre 2013 e 2025. “Ele não publicou o nome de nenhum” dos culpados, acrescentou Doyle.
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