“Onde estava para lidar com a crise”, perguntou retoricamente a ministra da Energia, Maria da Graça Carvalho, na intervenção final do debate desta quarta-feira, no Parlamento, dando uma resposta direta: “Estive a trabalhar.”
Depois de resumir uma cronologia do dia do apagão, que incluiu a garantia de que o Governo assegurou “a capacidade de resposta nos serviços essenciais” e “a segurança pública”, Maria da Graça Carvalho revelou que houve uma constante articulação com Espanha e que o governo lhe atriubuiu a si “a responsabilidade das medidas para lidar com a crise”, que passava por cinco áreas críticas: Eletricidade, água, saneamento básico, combustíveis e gás.
A governante explicou que esteve “durante 24 horas ininterruptamente” em articulação com a REN e com as águas para garantir que tudo decorria com um “minimo de perturbações” nos serviços essenciais”.
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