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De acordo com a PJ, o idoso “encontrava-se a habitar na residência de um casal, na modalidade de família de acolhimento”. O casal reportou o desaparecimento da vítima, o que levou as autoridades a iniciar uma investigação para apuramento dos factos.
“Das diligências realizadas, reuniram-se fortes indícios de que, após o homicídio, o plano previamente traçado passou por informar as autoridades locais de que o idoso ter-se-ia ausentado voluntariamente de casa, encontrando-se em parte incerta, comunicação que, mais tarde, se comprovou ser falsa”, adianta a PJ.
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