Os mesmo procedimentos foram acionados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo. Apesar das diligencias, “o promotor continua a avançar escandalosamente em crime de desobediência às autoridades do Estado”, diz a Quercus. A associação ambientalista alerta para o facto das obras, que incluem a criação de uma área de aterro de inertes e de resíduos, estarem a destruir “floresta de conservação” e poderem levar à “contaminação das águas subterrâneas” do Maciço Calcário Estremenho, um dos maiores aquíferos do país. A área intervencionada abrange 15 hectares.
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