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“O meu estatuto de arguido confere-me o direito de me manter em silêncio para não me auto-incriminar. Estou proibido de fazer qualquer declaração sobre factos. Vou manter-se em silêncio em todas as questões”, anunciou aos deputados durante a intervenção inicial.
O socialista começou a defender-se com críticas ao relatório da IGAS “é uma tentativa de corresponder à pressão mediática da comunicação social, que hoje se propõe a tudo menos ao prosseguimento da sua função, a busca e apuramento da verdade”, referiu.
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