Liudmila Stein, que se encontra no estrangeiro e figura na lista de pessoas procuradas pela Rússia desde maio do ano passado, é acusada de “difundir publicamente, sob a aparência de mensagens confiáveis, informações deliberadamente falsas sobre as forças armadas (…)”, noticiou hoje a agência de notícias Interfax.
Em 2022, Stein foi multada em 50.000 rublos (506 euros) por desacreditar as forças armadas russas.
Em 2021, a artista também foi condenada a um ano de prisão por participar numa manifestação em apoio ao líder da oposição russa, Alexei Navalny – que está preso -, instigando a violação das normas sanitárias e epidemiológicas impostas devido à covid-19.
Posteriormente, a pedido da inspeção penitenciária, a sua condenação foi substituída por uma pena de 31 dias de prisão, mas a artista já havia abandonado a Rússia.
No passado dia 03 de novembro, a justiça russa condenou à revelia a oito anos e meio de prisão Pyotr Versilov – ativista e porta-voz do grupo Pussy Riot e ex-editor de um meio de comunicação.