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O ano de 2021 foi um dos sete mais quentes de sempre e o verão europeu passado foi o mais quente já registado, divulgou, esta segunda-feira, o sistema de observação climática por satélite Copérnico.
Nos seus dados anuais, o Copérnico também refere que continuaram a aumentar as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono e metano – gases responsáveis pelo efeito de estufa e aquecimento global.
Apesar de relativamente menos quente em relação aos anteriores, 2021 insere-se num ciclo de sete anos consecutivos de temperaturas recordes, “os mais quentes já registados por uma margem clara”, refere o serviço climático Copérnico.
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