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Tudo o que precisa de saber sobre o relatório das alterações climáticas

Eis as principais conclusões da primeira avaliação abrangente do clima desde 2014, realizada por mais de 230 cientistas, de 66 nacionalidades, com base em 14.000 estudos publicados.

O novo relatório dos especialistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), divulgado esta segunda-feira, mostra de forma inequívoca que o clima está a mudar mais rapidamente do que se temia e que a culpa é das pessoas.

Segundo os cientistas e ativistas do painel mundial, apenas uma fração do aumento da temperatura pode ser atribuído, desde o século XIX, a causas naturais.

No relatório com mais de três mil páginas, os especialistas traçam cinco cenários, mas avisam, desde já, que muitos efeitos do aquecimento global vão perdurar “séculos ou milénios”, faça-se o que se fizer.

Face às imagens de inundações e incêndios que fazem as manchetes em todo o mundo, as novas previsões climáticas, anunciadas três meses antes da Conferência do Clima COP26, são alarmantes, mas não foram propriamente uma surpresa para ninguém.

Eis as principais conclusões da primeira avaliação abrangente do clima desde 2014, realizada por mais de 230 cientistas, de 66 nacionalidades, com base em 14.000 estudos publicados.

1,5° C
Em todos os cenários considerados – do mais otimista ao mais pessimista -, a temperatura global ultrapassa os 1,5 graus centígrados, em comparação com a era pré-industrial, até 2030 — ou seja, 10 anos antes da estimativa anterior do IPCC, feita há três anos.

A temperatura global subirá 2,7 graus em 2100, se se mantiver o atual ritmo de emissões de gases com efeito de estufa.

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