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Turismo: Volume de negócios no Algarve caiu mais de 800 milhões em 2020

As contas não estão fechadas definitivamente, mas já permitem perceber que, para o Algarve, 2020 foi “o pior ano turístico desde que há memória”. Os dados da AHETA apontam para uma quebra de 65% no volume de negócios, o que se traduz numa queda de 800 milhões.

O Algarve é uma das regiões portuguesas em que o turismo tem mais peso para a economia local. Com a pandemia, e as medidas que foram aplicadas, o turismo foi uma das atividades mais penalizadas. Os números preliminares, divulgados esta terça-feira, 12 de janeiro, pela AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve – permitem começar a ter um retrato mais fiel dos efeitos da pandemia.

“O Algarve registou, em 2020, o pior ano turístico desde que há memória, quer em termos de taxas de ocupação, quer no respeitante a resultados económicos e empresariais”, diz a associação em comunicado. Contas da AHETA indicam que o “volume de negócios caiu mais de 800 milhões de euros durante o ano, (-65,1%), resultante de quebras na procura dos principais mercados emissores externos, (-75,1%), enquanto o mercado interno, apesar do aumento de procura nos meses de verão, terminou o ano com menos 1,1 milhões de dormidas e 335 mil hóspedes, (-21,2%)”.

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