É já amanhã que arranca a consulta pública sobre o plano de habitação para a ‘classe sanduíche’, prometida pelo Chefe do Executivo, Ho Iat Seng, nas suas primeiras Linhas de Acção Governativa (LAG).
No entanto, está tudo em aberto, já que o Governo absteve-se de tomar uma posição, avançando antes com um documento de escolha múltipla, incluindo, por exemplo, ao nível dos requisitos de elegibilidade (em termos de rendimentos e património) ou das restrições de acesso dos candidatos ao futuro novo tipo de habitação.
Definido está apenas que figura como “um tipo de habitação de natureza privada, com melhores áreas e condições do que as de habitação económica, com um preço de venda superior ao da habitação económica, mas inferior ao do mercado privado”.
No entanto, como reconheceu, esta tarde, o director substituto dos Serviços de Estudo de Políticas e Desenvolvimento Regional, Ung Hoi Ian, é “crucial” definir a ‘classe sanduíche’, um conceito que o Governo deixa antes para a população a escolher entre duas opções para que haja “consenso social”.
Em ambos os casos, os destinatários são residentes com rendimentos que ultrapassam o limite máximo fixado para a candidatura à habitação económica. No entanto, numa das hipóteses, qualifica-se também quem figura no fim da lista de espera por uma habitação económica. Neste caso, há assim a “vantagem” de se aliviar a procura, mas a “desvantagem” de uma eventual sobreposição de candidaturas.
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