Informações das organizações internacionais que trabalham com a sociedade afetada pelo terrorismo no norte de Moçambique
Há três anos que o terrorismo invadiu o norte de Moçambique e concretamente a província de Cabo Delgado, onde já se registaram mais de um milhar de mortes, além da deslocação de mais de 300 mil pessoas. Estas são informações de algumas da ONG que têm trabalho com estas pessoas desde outubro de 2017, quando os ataques começaram. São estas organizações que revelam também agora que estes ataques têm ‘escolhido’ também algumas figuras importantes da sociedade local, concretamente líderes comunitários. Aliás, de acordo com as contas agora feitas, desde há três anos que os terroristas já decapitaram 14 destes líderes.
No meio deste balanço, escreve também o jornal A Carta que “25 unidades sanitárias foram assaltadas e destruídas com fogo posto, para além de que 50 escolas, incluindo creches, encontram-se abandonadas. Infra-estruturas governamentais, igrejas e locais de cultos foram parcial ou totalmente demolidos pelo grupo, com recurso a engenhos explosivos.”