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A presidente da Casa de Portugal em Macau, Maria Amélia António, receia que as alterações ao regime de subsídios atribuídos anualmente pela Fundação Macau às associações coloquem em risco o funcionamento da Escola de Artes e Ofícios da instituição, a funcionar há 10 anos.
A preocupação decorre das reformas anunciadas pela Fundação Macau no modelo de atribuição de subsídios anuais às diferentes associações do território.
A responsável diz que a Escola de Artes e Ofícios da Casa de Portugal ainda tem muito para dar à comunidade local.
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