Jorge Mendes, rei de um mercado onde o Real Madrid não gastou um cêntimo - Plataforma Media

Jorge Mendes, rei de um mercado onde o Real Madrid não gastou um cêntimo

Jorge Mendes envolvido em todos os grandes negócios que implicaram portugueses. Real Madrid sem reforços é algo estranho e inédito. Chelsea investiu 250 milhões de euros em jogadores.

Um Real Madrid contranatura. Conhecidos por galácticos devido às ilustres, sonantes e milionárias contratações, os merengues apertaram o cinto e não fizeram contratação alguma para a época 2020-21. Caso raro, se não inédito, para aos lados do Bernabéu. Pela primeira vez em 20 anos de presidência, Florentino Pérez não gastou um cêntimo.

Perdas financeiras na ordem dos 200 milhões de euros provocadas pela pandemia de covid-19, aliadas aos gastos nas obras de remodelação do estádio (a que se seguirá a construção de um novo), que podem chegar quase aos 500 milhões, levaram o clube blanco a atacar o mercado com prudência. Ao contrário do ano passado, quando o clube apostou em jovens talentos como Vinícius, Rodrygo, Éder Militão (ex-FCPorto), Fede Valverde e Reinier, e contratou Eden Hazard, por 100 milhões de euros, desta vez o campeão espanhol resolveu olhar para dentro e encontrar soluções em casa, por entre as dezenas de atletas excedentários. Zidane promoveu apenas o regresso de Álvaro Odriozola (defesa-direito), Andriy Lunin (guarda-redes) e Martin Odegaard (médio ofensivo).

Além disso, o clube conseguiu libertar-se de dois futebolistas que não contavam para o treinador entre meia dúzia de emprestados: Gareth Bale (Tottenham), James Rodríguez (Everton). Ambos por empréstimo, mas poucos acreditam que algum dia voltem. E ainda fez uma venda avultada. O Real cobrou 83,5 milhões por Achraf Hakimi (Inter Milão).

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