O arquiteto que vai ao fundo do mar imaginar os seus oceanários

por Antonio Bilrero
Leonídio Paulo Ferreira

Quando o DN perguntou a Peter Chermayeff em 2018, de volta a Portugal duas décadas depois da inauguração do seu Oceanário em Lisboa, o porquê da sua relação criativa com o mar, o arquiteto respondeu: “É uma viagem pessoal que em certa medida começou na minha infância, ao crescer em Cape Cod, no Massachusetts, perto do mar. Cresci exposto a tudo isto: peixes, pesca, brincar ali, velejar. E fui criado num mundo artístico, por um pai arquiteto, professor, designer. Fui seu estudante em Harvard, o que foi só por si toda uma experiência. Ele era muito duro comigo, mas era duro com toda a gente.”

O pai era Serge, nascido na Rússia mas homem do mundo, que escolheu a América depois de ter vivido em Londres, onde nasceu Peter (em 1936) e também outro Chermayeff que se tornou famoso, Ivan, que morreu em 2017 e é autor tanto do logótipo da Mobil como de um painel de azulejos no Oceanário que foi construído para a Expo”98. A família Chermayeff tinha entre os amigos nos Estados Unidos Walter Gropius, o arquiteto alemão fundador da Bauhaus, de quem Peter diz ter sido como um avô para ele e o irmão.

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