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Tal como o JN noticiou esta segunda-feira, as primeiras diligências apontavam para a forte possibilidade de o motociclista ter abandonado a pendura por não ser possuidor de habilitação legal para a prática da condução, o que a GNR confirmou esta segunda-feira.
O homem foi constituído arguido pelos militares do Núcleo de Investigação de Crimes em Acidentes de Viação, por condução perigosa, omissão de auxílio, condução sem carta e ofensa à integridade física por negligência, e os factos foram remetidos para o Tribunal de Gondomar.