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Ministério Público volta a investigar casa de Montenegro por suspeitas de fraude fiscal

O DIAP Regional do Porto, que arquivou um primeiro processo-crime em 2024 sobre a moradia do primeiro-ministro em Espinho, relacionado com benefícios fiscais, abriu um novo inquérito em 2025 para investigar uma alegada discrepância entre o que a casa custou e o que foi emitido em faturas. O Ministério Público ouviu os empreiteiros da obra no mês passado, avança o "Expresso" esta quinta-feira.

De acordo com o jornal, o engenheiro que construiu a moradia de seis pisos de Luís Montenegro em Espinho, Rui Mota Oliveira, e o construtor civil que demoliu a ruína que aí existia antes, José Marco da Cunha Rodrigues, foram questionados pelo Ministério Público (MP) em janeiro.

Os dois empresários, que não quiseram prestar declarações, foram inquiridos como testemunhas pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) Regional do Porto num novo inquérito-crime, aberto no ano passado, relativo a suspeitas de fraude fiscal. Em causa está uma alegada discrepância entre o valor que a obra custou e o que foi emitido em faturas,

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