De acordo com o jornal, o engenheiro que construiu a moradia de seis pisos de Luís Montenegro em Espinho, Rui Mota Oliveira, e o construtor civil que demoliu a ruína que aí existia antes, José Marco da Cunha Rodrigues, foram questionados pelo Ministério Público (MP) em janeiro.
Os dois empresários, que não quiseram prestar declarações, foram inquiridos como testemunhas pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) Regional do Porto num novo inquérito-crime, aberto no ano passado, relativo a suspeitas de fraude fiscal. Em causa está uma alegada discrepância entre o valor que a obra custou e o que foi emitido em faturas,
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