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Supremo de Portugal manda despedir professor que deu palmadas nas nádegas de alunas

O Supremo Tribunal Administrativo (STA) deu razão ao Instituto Politécnico do Porto no caso do professor de Desporto da Escola Superior de Educação que havia sido despedido por dar palmadas nas nádegas das alunas nas aulas. O docente tinha sido reintegrado por ordem de outro tribunal, mas agora vai ser mesmo afastado.

No acórdão datado de 23 de janeiro, a que o JN teve acesso, os juízes do STA Pedro Marques, José da Paz e José Veloso começam por dizer que “não se discute que existe uma necessidade objetiva de contacto físico neste tipo de aulas”, uma vez que “o pino é um exercício que requer apoio para garantir a segurança do aluno, a subida às paralelas necessita de suporte físico e a correção postural implica inevitavelmente contacto corporal”.

No entanto, acrescentam, “o que parece já não se aceitar é que o apoio dado às alunas para garantir essa dita segurança e o suporte físico para as mesmas subirem às paralelas e a correção corporal no exercício seja feito por sistemáticos e indispensáveis contactos nos glúteos”.

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