O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz, garantiu, ontem, que o direito à manifestação vai continuar a ser respeitado, tal como consagrado na Constituição da República
“O que precisamos é apenas o respeito da Lei, da ordem e tranquilidade públicas”, disse o ministro, no final da reunião com a representante da União Europeia, Jeannette Seppen, no quadro do “Diálogo Estratégico: Caminho Conjunto entre a União Europeia e Angola”, em matéria de Direitos Humanos.
Francisco Queiroz criticou a tentativa de aproveitamento político das manifestações da sociedade civil, o que gerou situações de violência.
O ministro recomendou aos agentes da ordem a observarem as regras e profissionalismo para se evitar choques, que possam redundar em situações de privação da liberdade. “Temos que reconhecer que houve alguns excessos nas últimas manifestações, a começar com os próprios agentes das manifestações, sobretudo com o lado da reivindicação política. E actuação policial tentou fazer o que podia, mas terá ido um pouquinho mais além do que é normal”, sublinhou.
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