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A polícia de Hong Kong está na linha da frente da vaga de protestos dos últimos dois meses e na linha de fogo das críticas. Perante o momento de maior instabilidade social das últimas cinco décadas, Lawrence Ho, especialista em estudos sobre policiamento da Universidade de Educação de Hong Kong, salienta em entrevista ao PLATAFORMA que tem havido contenção por parte das autoridades perante a violência dos protestos, mas as táticas usadas em certas situações suscitam uma crescente desconfiança de uma parte da população face à polícia, em contraste com o elevado grau de apoio que as autoridades policiais gozavam entre os cidadãos anteriormente. O caso do ataque de alegados membros e tríades em Yuen Long deixou marcas. A criação de uma comissão independente de inquérito aos diversos incidentes é vista como a opção mais objetiva e que poderá garantir aceitação do público.

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A bolsa nova-iorquina, bússola dos mercados mundiais, teve ontem, segundo-feira a pior sessão do ano, ao cair ainda mais do que as praças asiáticas e europeias, com os investidores a cederem ao agravamento das tensões comerciais sino-norte-americanas. Os resultados definitivos da sessão indicam que o seletivo Dow Jones Industrial Average perdeu 2,90%, o tecnológico Nasdaq caiu 3,47% e o alargado S&P500 desvalorizou 2,98%.

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