E se?

E se tivéssemos coragem para decidir, já, que vamos ter apenas um candidato presidencial? O que se poupava em modéstia fingida, sapos engolidos, constrangimentos violentos, papel e pseudodebates era obra. Talvez abrisse uma exceção para o Vitorino Silva (Tino de Rans) porque ainda daria algum trabalho a Marcelo.

Leia mais em Jornal de Notícias

Relacionadas

Exclusivos