Xinjiang, um inconveniente para a Nova Rota da Seda da China

"Véus e barbas grandes são proibidos". Em uma zona de livre-comércio na fronteira sino-cazaque, cartazes revelam a campanha orquestrada por Pequim contra o islamismo em Xinjiang, uma região que está no centro do projeto da Nova Rota da Seda.

Para Pequim, este território chinês na fronteira com o Paquistão, o Afeganistão e três ex-repúblicas soviéticas da Ásia Central de maioria muçulmana, Tajiquistão, Quirguistão e Cazaquistão, é a porta natural da Rota da Seda - projeto de infraestrutura faraônico que conectará seu território aos mercados tradicionais de Ásia, Europa e África.

"O projeto das Novas Rotas da Seda é um importante fator que permite explicar por que o governo central precisa colocar ordem de uma vez por todas em em Xinjiang", avalia o pesquisador Adrian Zenz, especialista na região.

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