Seis meses depois, secas e inundações ameaçam 2 milhões de moçambicanos

Necessidades agravadas por secas e inundações consecutivas podem prejudicar as próximas colheitas; pelo menos 2 milhões de pessoas podem enfrentar graves níveis de insegurança alimentar até março.

Moçambique foi assolado, em março, pelo ciclone Idai que matou mais de 600 pessoas, provocou mais de 1.641 feridos e causou prejuízos de cerca de 773 milhões de dólares.

Seis meses depois, o país precisa de mais 398 milhões de dólares para apoiar a população afetada pelo ciclone mais forte ocorrido no oeste de África em 20 anos e também do ciclone Kenneth que passou pelo país seis semanas depois.

As necessidades agravadas por secas e inundações consecutivas podem prejudicar a próxima colheita de março de 2020. Cerca de 2 milhões de pessoas estão a enfrentar graves níveis de insegurança alimentar.

As Nações Unidas e os parceiros humanitários, em apoio ao Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, Ingc, querem atender às necessidades dos afetados pelas crises climáticas do último ano, incluindo os dois ciclones, secas e inundações.

Um Plano revisto de Resposta Humanitária, ​​​​​​​HRP, para Moçambique foi apresentado em Maputo pela coordenadora Humanitária para Moçambique, Myrta Kaulard, que apelou ao envolvimento de todos.

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