Premium Pastora que viu Cristo é guia espiritual de Donald Trump

No seu livro de memórias, "Something greater", Paula White diz que, em 1986, Jesus "visitou-a". Na visão, a norte-americana aparecia a pregar em todos os continentes.

A imagem foi o impulso para dedicar-se completamente à religião. Desde então, construiu um império, alimentado a programas de televisão e de rádio, livros, digressões pelo país - ainda lhe falta, portanto, a internacionalização referida na aparição - e pelo estatuto de pastora principal de uma igreja evangélica na Florida. Cristo voltaria a falar com ela. Consequência: abriu uma universidade e construiu três mil novos templos. No início deste mês, quem falou com ela foi Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, nomeando-a conselheira da Iniciativa Fé e Oportunidade, no intuito de aproximar o republicano dos evangélicos. As eleições são em 2020 e o tempo urge.

Em agosto, nos jardins da Casa Branca, em Washington, Trump dirigiu os olhos para o céu, abriu os braços e afirmou, sem pestanejar, diante de uma série de jornalistas: "Eu sou o escolhido". Dias depois, disse que tinha sido uma brincadeira. A verdade é que o antigo magnata do imobiliário - que garante nunca ter pedido perdão a Deus - tenta há anos cativar o núcleo duro da religião evangélica, de modo a manter as bases mais conservadoras do eleitorado.

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