Não renovação de contratos com grávidas cresce 15%

Não renovação de contratos com grávidas cresce 15%

Em 2018, houve 1500 não-renovações comunicadas junto do Ministério do Trabalho. Muitas empresas continuam a não justificar fim do vínculo.

É o número mais alto desde que a lei tornou obrigatório justificar a não-renovação de um contrato a prazo com trabalhadores em licença parental, grávidas ou a amamentar. No ano passado, a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) recebeu 1500 comunicações, num número que representa quase o dobro do registado no ano inicial da medida e que cresce 15% em relação a 2017.

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