Motoristas aumentam o desafio: nem serviços mínimos nem requisição civil

Motoristas aumentam o desafio: nem serviços mínimos nem requisição civil

Pedro Rocha / Global Imagens

Em Leça da Palmeira camiões pararam à entrada para a refinaria. Reação de força dos motoristas depois de o ministro do Ambiente ter afirmado, na terça-feira, que 14 trabalhadores não cumpriram a requisição civil e 11 já foram notificados. "Se é para levar os 11 colegas presos, então vão ter de levar todos", diz o porta-voz de sindicato

(em atualização)

Ao terceiro dia de greve, os motoristas ameaçam não cumprir a requisição civil decretada pelo Governo. Francisco São Bento, presidente do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas, garantiu esta manhã, em Aveiras de Cima, que hoje os trabalhadores "não vão cumprir os serviços mínimos" e que o sindicato continua aguardar que "haja abertura por parte da ANTRAM [patrões]", para negociar, acusando as empresas de estarem "a impor trabalhos diários normais, como se não houvesse greve".

Esta é uma reação de força dos motoristas depois de o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, ter afirmado, na terça-feira, que "14 trabalhadores não cumpriram a requisição civil", sendo que 11 já foram notificados pelo incumprimento da requisição civil, um foi identificado pela PSP no distrito de Setúbal. A GNR identificou três no distrito de Faro, quatro em Lisboa e três em Setúbal. "Todos alegaram baixa médica", revelou Matos Fernandes.

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