Motoristas. Aeroporto, Sines e Algarve justificaram requisição civil

Piquete de greve em Aveiras de Cima

Piquete de greve em Aveiras de Cima

  |  Pedro Rocha / Global Imagens

Não foi preciso a greve dos motoristas de matérias perigosas durar um dia para o governo decretar requisição civil. Pretexto: não cumpriram os serviços mínimos. Os grevistas desmentem.

A escalada que já vinha em progressão na semana passada - com, por exemplo, reuniões de emergência da cúpula do governo previamente anunciadas, declarações de crise energética e de "situação de alerta" - prosseguiu ontem como se esperava do executivo, decretando este requisição civil aos trabalhadores em greve. Já em abril, na primeira greve, o governo tinha feito o mesmo.

O passo seguinte poderão ser processos disciplinares das empresas empregadoras aos motoristas que considerem não estar a cumprir os serviços mínimos, podendo as sanções chegar ao despedimento. E arriscam-se também a processos-crime por desobediência, com penas máximas até aos dois anos de prisão.

Leia mais em Diário de Notícias

Relacionadas

Outras Notícias

Outros Conteúdos GMG