Três anos após mortes nos Comandos, famílias ainda esperam indemnização

Dylan da Silva e Hugo Abreu morreram em setembro de 2016 durante a formaçãoão

Lei é omissa nos casos em que militares morrem em formação, mas os advogados dos 19 militares acusados pela morte de dois recrutas defendem que o Estado devia indemnizar as famílias.

Os advogados de defesa dos 19 militares acusados no processo do 127.º curso de Comandos, no qual morreram os recrutas Dylan da Silva e Hugo Abreu, consideram que o Estado devia ter tomado a iniciativa de pagar uma indemnização aos país das vítimas.

Em declarações ao jornal Público, os advogados defendem que se a responsabilidade civil de indemnização passasse dos arguidos para o Estado se evitaria o arrastar de uma situação dolorosa para os pais dos jovens que morreram.

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