Premium "Sou feminista, quero dizer que estou aqui e quero participar numa greve internacional"

"Sem nós o mundo pára": foi a palavra de ordem que em 2018 levou em Espanha 5 milhões a aderir à greve feminista. Hoje, Portugal tenta seguir o exemplo. Sem adesão das centrais sindicais mas com cinco sindicatos na luta.

"Amanhã farei greve! E começo logo de manhã... Não levo as minhas filhas à escola e também não farei tarefas domésticas (óbvio), nada."

Joana Micaelo, 34 anos, professora, responde assim ao apelo do DN no Twitter a que se identifique quem participa na greve feminista de 8 de Março, a primeira em Portugal. Joana dá aulas em duas escolas - uma secundária e outra profissional - no Alentejo e não conhece mais ninguém que faça greve. "Estou a tentar arranjar transporte para ir à manifestação em Lisboa, porque aqui em Évora estava marcada uma mas desconvocaram. Parece que vão cinco pessoas de Évora à manif e há lugar para mim."

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