Protestos em Hong Kong: "Não há tabus na Escola Portuguesa"

Manuel Machado

O presidente da Escola Portuguesa de Macau concorda com a posição do director dos Serviços de Educação e Juventude, Lou Pak Sang, que na semana passada defendeu que as escolas têm autonomia relativamente à forma como devem ser abordados os protestos em Hong Kong nas salas de aula.

Manuel Machado defende que "não há tabus na Escola Portuguesa". Diz que a direcção da escola não emitiu nenhuma directiva sobre a forma como os professores devem tratar os protestos na sala de aula.

"Não houve nenhuma reunião com esse objectivo, mas obviamente que não há questões tabu na escola. Portanto, se as questões forem afloradas devem ser debatidas com abertura, com clareza e com imparcialidade", afirmou.

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