Paulo Preto deu R$ 740 mil a grupo ligado ao PCC por obra no Rodoanel, diz Promotoria

O ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto

Segundo investigação, ex-diretor da estatal paulista de construção de rodovias, Dersa, liberou indenizações indevidas a pessoas ligadas à facção criminosa.

Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Dersa, estatal paulista de construção de rodovias, ordenou o pagamento de pelo menos R$ 740 mil em dinheiro da empresa a integrantes de grupo ligado à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) em 2009. É o que aponta investigação iniciada no MP-SP (Ministério Público de São Paulo) em 2016 e nunca inteiramente concluída.

Paulo Preto, como é conhecido o ex-diretor, é apontado como operador de propinas do PSDB durante o governo José Serra (PSDB-SP) em São Paulo (2007-2010). O advogado do ex-diretor da Dersa, Alessandro Silvério, não quis comentar o assunto com a reportagem.

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