Hong Kong, capital do tráfico de sangue de grávidas chinesas

A China proibiu exames de sangue de gestantes para conhecer o sexo do feto, com o objetivo de evitar abortos seletivos, mas surgiram práticas médicas ilegais, como enviar amostras de sangue para Hong Kong - aponta uma investigação da AFP.

Em 2015, Pequim se comprometeu a erradicar este tráfico que não parou de crescer diante do desejo dos pais de saberem se esperam um menino ou uma menina. A prática é um efeito da política do filho único, abandonada por Pequim há três anos. Agora, pode-se ter no máximo dois filhos.

Dezenas de pessoas participam do contrabando de sangue para a ex-colônia britânica, onde propõem abertamente seus serviços, apesar da importante vigilância das autoridades.

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