Angolana Josefa Sacko é uma das 100 mais influentes de África

Josefa Sacko

A comissária para a Economia Rural e Agricultura da União Africana, figura na lista inaugural das 100 Mulheres Africanas Mais Influentes em 2019

A lista foi anunciada pela empresa de relações públicas Avance Media. A diplomata Josefa Sacko já havia sido eleita recentemente, em Londres, uma das 100 Pessoas Mais Influentes na Política Climática em 2019, pela "Apolitical", plataforma internacional de pares que apoia esforços tendentes a influenciar a política climática no mundo, seguno noticia a agência de notícias angolana Angop.

Comissária para a Economia Rural e Agricultura da União Africana desde 2017, Josefa Sacko já foi assessora no Ministério do Ambiente, onde desempenhou o papel de Embaixadora de Boa Vontade para as Alterações Climáticas, e no pelouro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, cuja ação assentou na supervisão da Segurança Alimentar, Erradicação da Fome e Redução da Pobreza.

Durante 13 anos, Josefa Sacko exerceu também a função de Secretária-Geral da Organização Inter-africana do Café (OIAC), na Côte d"Ivoire.

Desta vez, surge nas escolhas da Avance Media, que incluiu mulheres ilustres cujos trabalhos e realizações continuam a inspirar a próxima geração de mulheres em África, prossegue o artigo da Angop

A lista tem uma representação de 100 mulheres de 35 países africanos, que estão a mudar a narrativa feminina e a desafiar o status quo das mulheres no continente.

Ali figuram eminentes mulheres que ocupam posições de liderança, como Presidente, Primeiro-Ministro, Secretário-Geral, Primeira-Dama, Governador, Ministro, CEO e Comissário, entre as quais a Presidente da Etiópia, Sahle-Work Zewde.

Constam também a primeira-ministra da Namíbia, SaaraKuugongelwa-Amadhila, a Secretária-Geral Adjunta das Nações Unidas, Amina J. Mohammed, e a vice-presidente da Libéria, Jewel Taylor, além da ex-presidente da Libéria, Ellen Johnson, a ex-Presidente interina da República Centro Africana (RCA), Catherine Samba-Panza.

A lista inclui ainda jovens ativistas como AyaChebbi, da UA, Farida Bemba Nabourema e Ilwad Elman.

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