Fobias a palhaços, ao umbigo, aos quivis. O que é que mais nos apavora?

Fobias a palhaços, ao umbigo, aos quivis. O que é que mais nos apavora?

As possibilidades são quase infinitas. Saber que o medo é irracional não ajuda a superar o problema, mas a psicoterapia faz milagres.

Há nove anos, quando entrou em casa e viu o marido de volta de um saco de quivis, Olga Rodrigues, de 32 anos, comercial da Maia, deu um pulo para trás e afastou-se. O coração ficou a bater mais rápido, sentiu-se agoniada. Foi neste dia que percebeu que tinha uma fobia invulgar a quivis. Se visse alguém a comer um, retirava-se.

Na frutaria não se chegava perto deles e, se quisesse comprar para o marido, que os adora, pedia ajuda a alguém para os pôr no saco, bem fechado. Em casa, não iam para a fruteira normal, caso contrário não comia fruta nenhuma de lá. "Não conseguia olhar para quivis nem tão pouco tocar-lhes, e ver alguém a comer um era algo impensável. Sentia um misto de nojo, repulsa e medo, apesar de racionalmente saber que não fazia sentido nenhum."

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